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Em um discurso na última quinta-feira (10), depois que o Parlamento húngaro lhe entregou seu terceiro mandato, o Orban disse que os húngaros desafiaram a “velha ordem mundial” em favor da “democracia cristã”, e isso permitiu que a Hungria “sobrevivesse e crescesse” como nação.

Contrário à política de “fronteiras abertas” da União Europeia e inimigo declarado do globalista George Soros, o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, declarou o fim da “democracia liberal” no seu país.

Em um discurso na última quinta-feira (10), depois que o Parlamento húngaro lhe entregou seu terceiro mandato, o Orban disse que os húngaros desafiaram a “velha ordem mundial” em favor da “democracia cristã”, e isso permitiu que a Hungria “sobrevivesse e crescesse” como nação.

“A era da democracia liberal chegou ao fim! Ela se mostrou incapaz de proteger a dignidade humana, inadmissível em oferecer a liberdade, não pôde garantir segurança física e antagônica à cultura cristã”, discursou.

Orban reforçou que não aceitaria as “cotas de imigrantes” impostas pela União Europeia, alertando que a migração em massa “pode levar à morte de nações”, prometendo defender os interesses do povo húngaro.

Luta contra o globalismo

Pediu agora que a União Europeia “retorne aos fundamentos da realidade”, declarou que a UE deveria abandonar os “pesadelos delirantes” dos Estados Unidos e da Europa e se tornar, de fato, “uma aliança de nações livres”.

A política de Orban aparentemente tem apoio dos húngaros, que o elegeram para o terceiro mandato consecutivo. Som seu partido, Fidesz, conquistou também dois terços dos assentos parlamentares nas últimas eleições, no mês passado.

Ele também ganhou notoriedade pela oposição ao magnata húngaro George Soros, cuja ONG Open Society é famoso por promover junto à União Europeia (UE) ações em favor da imigração em massa, a legalização do aborto e a promoção da ideologia de gênero.

A  UE tem repetidamente ameaçado o primeiro-ministro com sanções sobre alegadas violações de direitos, liberdades e “valores europeus” em geral, mas não declarou qualquer ação concreta até agora.

A postura clara de Orban tem influenciado outros líderes europeus a defenderem a tradição cristã diante da islamização, que é fruto da chegada de milhões de refugiados muçulmanos.

Na Baviera alemã, a União Social Cristã (CSU), recentemente ordenou a colocação de cruzes em prédios do governo para refletir sua “identidade cultural e influência cristã Ocidental”. O ministro da Baviera, Markus Söder, disse anteriormente que “as cruzes pertencem às salas de aula, os lenços de cabeça [hijab] não”. 


Com informações de RT / Gospel Prime

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